O candidato
a presidente da Câmara de Olhão António Pina, é acusado pela C. N. Eleições enquanto
vice presidente da Câmara e administrador da Ambiolhão, por abuso de funções e violação
dos deveres de neutralidade e imparcialidade e incorre de pena de prisão até 2
anos ou pena de multa até 240 dias em resultado desta queixa, tendo ainda todo
o processo sido enviado para devidos efeitos, à Comissão Nacional de Protecção
de Dados.
domingo, 15 de setembro de 2013
sábado, 14 de setembro de 2013
Concorro à Assembleia Municipal de Olhão
Esclarecimento
Sou candidato à Assembleia Municipal
de Olhão na lista do Novo Rumo.
Sou independente numa lista de
cidadãos independentes, proposta e sobescrita por cidadãos eleitores
independentes de qualquer directório partidário ou grupo de interesses
privados.
Não pretendo qualquer tipo de renumeração
da actividade no lugar para a que pretendo ser eleito.
Não tenho qualquer litígio de natureza
material com o Município, pelo que não posso ser suspeito de com a eleição
procurar uma posição que ajude a passar uma esponja.
Estou profundamente descontente com a
orientação que tem sido dada pela gestão camarária, com agravamento nos
últimos anos na resolução dos problemas e perspetivas de futuro para o
concelho e cidade de Olhão.
Não acredito e considero um bluf a
candidatura de continuidade apresentada pelo PS, partido que tem estado ininterruptamente
à frente da edilidade.
Vejo a chamada oposição, mole. Sem vigor,
vontade necessária e propostas para alterar o sentido de voto maioritário mas
como que não ousa lutar não ousa vencer, prometo lutar:
- por mediante propostas para alterações ao Regulamento da AM esta passe a contemplar maior e oportuna participação dos munícipes;
- um funcionamento mais democrático em
detrimento do presidencialismo do seu presidente;
- e reforçar os poderes e procedimentos
para acompanhamento e fiscalização da actividade do órgão Câmara e Empresas
Municipais;
- com o voto contra a todas as
propostas gravosas, comprometedoras do futuro com gastos e projectos que não
sirvam claramente a globalidade dos munícipes;
- com o voto a favor de propostas que
se traduzam em benefícios para o concelho e seus residentes;
- para o diálogo com os representantes
das outras forças para a obtenção de maiorias que viabilizem propostas que
respeitem os princípios anteriores.
Não posso prometer muito mais para fazer
na Assembleia Municipal, sendo este o órgão deliberativo da autarquia, tem no entanto poderes limitados de iniciativa, mas nos que tem prometo ser um intransigente
lutador por causas que digam respeito ao bem comum.
Ps: os meus posts com cariz
eleitoral são publicados sobre fundo azul, cor que não tem nada a ver com
quaisquer formações concorrentes, já a utilizo neste blog de há muito.
Os de fundo branco continuam a
ser as publicações de um cidadão livre sem compromissos que não sejam com a sua
própria consciência.
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Olhão
O pior que poderá acontecer em Olhão
A dois dias
do início da Campanha Eleitoral o seu resultado em Olhão não é de todo
imprevisível, já em posts anteriores augurava uma vitória para o António Pina
do PS, o que também não é difícil prognosticar, colocava-a condicionada à decisão
do Tribunal Constitucional em considerar a sua candidatura como elegível, o
tribunal já decidiu, não aceitou o recurso por extemporâneo.
António Pina
é o pior candidato de entre outros maus porque vai ser o mais votado e vir a
ser presidente da Câmara, com os outros não corremos o risco de serem eleitos
para esse cargo.
Não tem
programa, não sabe o que pretende fazer, não apresentou até agora uma única
ideia para os inúmeros problemas do concelho, fala nuns sonhos que teve, porventura
influenciados pela acompanhante já habitual, a Maya vidente, que vão desde a
instalação de uma indústria farmacêutica candongueira à construção de uma
Malibu em terrenos camarários e outros da administração do IPTM onde ele e seus
sócios mais uma vez sonham sobre o sonho de construir resorts e marinas das
arábias.
Como um mal
não costuma vir só, o PS apresenta à cabeça para a Assembleia Municipal,
Francisco Leal o actual e presidente da Câmara nos últimos doze anos, o grande
responsável pela situação de degradação a que o concelho e cidade de Olhão
chegaram, que a ser Presidente da Mesa da AM vai transformar este órgão numa
avenida para António Pina passear o seu diletantismo.
Na oposição,
assim dita, reina o marasmo, a acomodação ao lugar a que está habituada, ser
oposição, obediente se for preciso.
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opinião
domingo, 8 de setembro de 2013
Como estou a ver as eleições em Olhão
a 21 dias do
sufrágio
Para a Câmara
A disputa eleitoral para as autárquicas, de um modo geral em todos os concelhos, centra-se no primeiro candidato da lista para a Câmara, numas listas claramente candidatos a presidentes da Câmara noutras, candidatos a vereadores e ainda noutras a ficar por aí, a candidatos.
Olhão não
foge a esta regra, temos os candidatos assumidamente a Presidente, primeiro
António Pina do PS e Eduardo Cruz pelo PSD, depois Ivo Madeira do BE , Sebastião
Coelho da CDU e João Pereira do Novo Rumo para vereadores e para Rui Costa do
CDS-PP e António Terramoto pelo MRPP será fantasia esperarem ser eleitos.
Se levarmos
em conta que Sebastião Coelho e António Pina, ainda têm as suas ambições
condicionadas pela decisão de o Tribunal Constitucional, de excluir ou não as
suas candidaturas, se este último vier a ser afastado e as de mais três
candidatos da lista do PS pelas mesmas razões, então teremos esta situação
alterada, com benefício claro para o PSD e, Eduardo Cruz bem pode dizer antes
do dia 29 que é o presidente da Câmara de Olhão.
A Assembleia
Municipal está a passar despercebida
Este órgão
autárquico na disputa eleitoral vê a sua importância ser relegada para último
plano da atenção do eleitorado, é menorizada de propósito pelos partidos com
ambições presidenciais para dessa desatenção fazer eleger os que lhes vão caucionar
a gestão e políticas no executivo camarário.
Um órgão que
deveria ser de fiscalização e acompanhamento da actividade da Câmara e censura
se necessário com intervenção dos munícipes tem sido transformado nestes
últimos 38 anos, em toda a sua vida, num apêndice certificador das políticas medíocres,
caciquistas e sem transparência dos consulados do PS olhanense.
Francisco
Leal não é por acaso que é o cabeça de lista pelo PS para este órgão que a vir
a ser seu Presidente de Mesa é a garantia que nenhuma medida inspectiva a sério
será aprovada e a pretensão que a generalidade da oposição clama – a auditoria
externa às contas e actividade da Câmara e Empresas Municipais – ficará sempre
inviabilizada.
O resultado
eleitoral para a AM costuma acompanhar de perto o resultado da votação para a
Câmara e é difícil inverter esta tendência, sendo que a candidatura do Novo
Rumo à AM, posso assegurar por fazer parte dela, vai bater-se para alterar esta
situação de caixa-de-ressonância do Presidente de Câmara seja ele qual for que
não execute políticas em favor da comunidade concelhia.
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Olhão
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
a aguardada decisão judicial, deixa de rastos a candidatura de António Pina
O post que publiquei ontem e eu, na minha pessoa, fomos furiosamente atacados no campo dos
comentários por anónimos (o ?), obviamente incomodados com a queixa que
apresentei à Comissão Nacional de Eleições contra o presidente em exercício da
Ambiolhão e mais muitas outras coisas com poder em Olhão, o sr António Pina.
Insistiam,
insistiam na decisão aguardada do pedido judicial que haviam feito para a
impugnação da presença do cabeça de lista à Câmara na lista do Novo Rumo, que o
João Pereira tinha dívidas à autarquia etc, e não podia ser candidato.
Foi já hoje
afixada à porta do Tribunal de Olhão a decisão judicial, afinal o devedor não
deve nada a não ser umas belas cucas na cabeça do autor deste dislate que tinha
evitado o A. Pina apanhar o enxovalho e a queixa que apresentei à CNE.
Com estas
manigâncias de políticos profissionais os olhanenses continuam a ver o debate
sobre as diferentes propostas para a governação autárquica adiada, quando o
nosso próprio futuro nos próximos quatro anos se trata.
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Olhão
domingo, 25 de agosto de 2013
Não há esquecimento que … não possa ainda ser resolvido a tempo
Esta manhã
ao pôr me em dia com os jornais de fim de semana e fazer o balanço da minha semana descobri que esqueci de deixar aqui neste espaço uma palavra de condenação à actuação do sr. António Pina, administrador da Ambiolhão, vice-presidente da Câmara de Olhão e também candidato nestas eleições a presidente da Câmara.
Depois de acabado o post reparei que com umas adaptações o texto poderia ser uma queixa à Comissão Nacional de Eleições e assim passou a ser.
Já seguiu para a CNE.
Para: cne@cne.pt
A queixa é relativa a: *
Neutralidade e
imparcialidade das entidades públicas
Sou a apresentar queixa do facto de o sr. António Miguel
Pina, vice-presidente e vereador da Câmara Municipal de Olhão em exercício,
presidente da Administração, em exercício, da Empresa Municipal Ambiolhão em
que a referida Câmara é sócio único e primeiro (1º) candidato na lista do PS à
mesma câmara, ter prestado e assinado em dia da semana finda, uma declaração na
qualidade de Administrador da Ambiolhão a atestar que João Manuel Dias Pereira
tinha para com esta empresa municipal uma dívida de €47,30 (que se veio a
verificar que de facto ainda não estava em mora) sendo que o agora referido
João Pereira é1º candidato na lista para a Câmara de Olhão pela lista de
cidadãos independentes "Novo Rumo", declaração que veio a servir para
como documento de fundamento a pedido de impugnação, ainda que extemporâneo,
pela lista do declarante Pina, da admissibilidade por inelegibilidade do
candidato João Pereira.
O acima exposto prefigura uma clara violação do Artº 41 da
Lei Eleitoral, quando diz:
“Artigo 41º
“Artigo 41º
Neutralidade e imparcialidade das entidades públicas
1 — Os órgãos do Estado, das Regiões Autónomas e das
autarquias locais, das demais pessoas colectivas de direito público, das
sociedades de capitais públicos …… bem como, nessa qualidade, os respectivos
titulares, não podem intervir directa ou indirectamente na campanha eleitoral
nem praticar actos que de algum modo favoreçam ou prejudiquem uma candidatura
ou uma entidade proponente em detrimento ou vantagem de outra, devendo
assegurar a igualdade de tratamento e a imparcialidade em qualquer intervenção
nos procedimentos eleitorais.”
Pelo que solicito que a CNE tome as providências reservadas
às suas competências para que a situação de neutralidade e imparcialidade das
entidades públicas e seus agentes ora questionados seja assegurada para o
futuro e reparados os danos já causados, não deixando de aconselhar, na minha
opinião, ao agente neste caso, António Pina e a outros nas mesmas entidades em
iguais circunstâncias em pedirem a suspensão do exercício dos cargos que
ocupam.
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quarta-feira, 14 de agosto de 2013
Olhão com pré campanha eleitoral a decorrer no tribunal
Eleições em Olhão, com pré campanha reduzida à discussão sobre quem poderá não vir a ser admitido como candidato.
O pedido feito
pelo Novo Rumo de impugnação à admissibilidade de alguns candidatos às
autarquias nas listas do PS, PSD e CDU por inelegibilidade introduziu um elemento
perturbador nesta altura da campanha eleitoral, quando se deveria estar a
apresentar e debater soluções para os graves e grandes problemas com que a
população e o concelho estão a passar discutem-se as pessoas.
O PS na
governação autárquica há mais de trinta anos criou hábitos de caciquismo e de promiscuidade
entre o interesse público e os interesses pessoais/privados de alguns titulares
nos órgãos da administração local que nas actuais eleições pretende perpetuar,
colocando em candidatos pessoas que ao mesmo tempo desempenham cargos de
administração em empresas que tem ao momento contratos em execução com valor patrimonial.
Para quem
tinha como certa a continuidade na situação de privilégio ver-se afastado pelas
consequências do pedido de impugnação não é recebido de bom-tom.
De qualquer modo, com estas ou novas pessoas, o debate das soluções para a resolução dos problemas dos munícipes está adiada.
De qualquer modo, com estas ou novas pessoas, o debate das soluções para a resolução dos problemas dos munícipes está adiada.
António Miguel Pina o candidato do PS para a Câmara de Olhão a quem foi pedida a impugnação da sua presença na lista
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transparência
quinta-feira, 25 de julho de 2013
PS para a Câmara de Olhão com jovem de ideias estafadas e vícios velhos
Vai ganhando
contornos o que cada candidatura à Câmara defende para o que será a próxima
gestão autárquica para os próximos quatro anos.
António Pina
o candidato já em vice-presidente vai apresentar amanhã, 26, as listas com os
que o acompanham e avançou no Facebook com mais uma das suas descobertas na
senda do negócio do medicamento.
“A minha prioridade são as Pessoas e a promoção
da Empregabilidade. Temos que promover o desenvolvimento económico através de
politicas concertadas, nomeadamente com a criação de uma Agência de
Desenvolvimento Local, que auxilie os empresários do concelho e aposte na
captação de investimentos, na fixação de empresas, e consequentemente, consiga
aumentar a oferta de emprego e melhore a qualidade de vida dos Olhanenses;
temos que ambicionar mais e melhor!
Vivemos num grande “condomínio” que é o nosso concelho. As nossas cidades, vilas e aldeias têm que ser geridas de forma eficiente e eficaz, para ser possível baixar os impostos autárquicos (IMI), mas proporcionando a todos uma vida digna e esperança no futuro!
Rejeito a política de falsas promessas, mas creio em estratégias de médio e longo prazo.! “
Vivemos num grande “condomínio” que é o nosso concelho. As nossas cidades, vilas e aldeias têm que ser geridas de forma eficiente e eficaz, para ser possível baixar os impostos autárquicos (IMI), mas proporcionando a todos uma vida digna e esperança no futuro!
Rejeito a política de falsas promessas, mas creio em estratégias de médio e longo prazo.! “
Envolto numa conversa de
adormecer, anuncia a criação de mais uma empresa municipal a Agência de
Desenvolvimento Local que só pode ser vista com o objectivo de colocar alguns
amigos pagos à nossa custa.
A Câmara já possui uma Divisãode Desenvolvimento Económico (DDE) que tem “ como objetivos estratégicos: -Fixar empresas no
concelho e dinamizar as áreas empresariais; - Dotar os empresários de
informação relevante para o investimento; - Contribuir para a
modernização do tecido empresarial. “ cujas funções quer o candidato duplicar,
esquecendo que a ineficácia desta divisão a ele se deve a responsabilidade pela
sua manifesta incompetência.
Demagogia à parte, tanta também não.
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Olhão
quarta-feira, 24 de julho de 2013
A sempre esquecida Zona Histórica de Olhão
A actual edilidade
olhanense sob a batuta de Francisco Leal e o tenor António Pina nomeado a
sucessor do maestro não se tem coibido a encomendar e pagar dos nossos bolsos
estudos a gabinetes técnicos especializados que se tem revelado de utilidade
duvidosa quando não servem os interesses e os vícios instalados no Largo
Sebastião Mestre.
Tem levantado
ciclicamente na mais pura demagogia para ludibriar os munícipes, bandeiras de
causas que são de anseio dos olhanenses, reconhecidamente necessárias para subtilmente
as adiar para o dia de Sam Nunca.
O que se
passa com a Zona Histórica é exemplar, gozando ainda de um papel abúlico de fiscalização
pela oposição que tem estado indiferente à contínua degradação desta parte
importante da cidade de Olhão.
As eleições autárquicas
são um optimo pretexto para a oposição
trazer para a ordem do dia da opinião pública a necessidade de normas
para a recuperação urbana, social e económica destes 16 hectares onde estão os
elementos identificadores da personalidade impar desta localidade.
Imprescindível
ao Plano de Pormenor é a Avaliação Ambiental do plano, desde Novembro de 2011
que a Câmara tem na sua posse a Proposta de Definição de Âmbito da Avaliação
Ambiental, até ao momento nada decidiu para que a coisa ande.
Para ler a
Proposta, vá aqui
área de intervenção do Plano de Pormenor da Zona Histórica de Olhão
degradação em marcha
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Zona Histórica
domingo, 21 de julho de 2013
Um caso de reabilitação urbana em Olhão
Sem ter caído em purismos ortodoxos este prédio situado na
Av. 5 de Outubro, a marginal ribeirinha de Olhão, em plena zona histórica é um
paradigma de como se pode processar a reabilitação das edificações degradadas.
Acrescentou um piso sem alterar a volumetria, redesenhou a
fachada aumentando espaços de entrada de luz sem mudar de cores e conservou a
platibanda, foi uma iniciativa privada que foi acompanhada pelo IPAR por se
situar em zona de protecção pela proximidade dos Mercados Municipais na altura em
vias de classificação.
Um exemplo a contrastar com outras intervenções que
ofendem o carácter da marginal.
antes
Julho 2013
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